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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sem explicação, sem lógica



Fundo, profundo, um poço. Algo tão inexplicável que poderia ferir se decifrassem esse enigma. Algo confuso, uma questão, uma pergunta se fundamento. "O vazio" seria sua definição. Uma caixa vazia, um pote vazio, uma mente vazia, um coração vazio... Sem preenchimento. 
Um sorriso forçado sem motivo, uma lágrima escorrendo sem cabimento, a primeira e última inspiração para um texto, um corte profundo sem cicatrização. O NADA. Vou cair de novo nessa desilusão de acreditar demais em comportamentos com base em hipóteses? Como se as ações humanas pudessem dizer a verdade... Até parece!! Meus olhos só conseguem ver tragédias e falsidade nas pessoas que me cercam. Seres que parecem querer o meu bem mas na verdade, querem benefício próprio. Ou então, pessoas que te fazem sorrir para lhe provocar dependência de felicidade ao extremo. 
Um segredo desconhecido até para quem o criou. Algo guardado para não se expandir. Não querer espalhar uma impossibilidade. O medo do desconhecido não tão diferente. O "fingir" uma atitude para não deixar desabafar e derramar tudo em palavras ou até mesmo lágrimas. O drama que se tornou repugnante mas não consegue sair-lhe da pele. A satisfação de encontrar o que você sempre sonhou e logo em seguida, o desfalecimento. 
O querer aumentar a autoestima se sobrepondo aos outros, principalmente  a quem estava no seu pódio de admiração. O silêncio, o vazio, o medo, o segredo, o nada, o drama, o fingir, o "não saber nada". E principalmente, o "não poder fazer absolutamente... NADA...nada..."

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