Talvez esse seja o pensamento sobre as sogras por aí. Mulheres que querem afastar seus filhos de toda e qualquer mulher que aparecer para tirá-los delas. Imagem péssima que temos. Mal sabem que elas só querem ser amigas e as mais próximas dos filhos pra acompanhar cada coisa que acontece em suas vidas. Claro que generalizar as coisas não é o adequado e também não muito real, mas muitas dessas mulheres são totalmente o oposto do que tacham. Elas querem a nora ideal, claro, e querem muito considerá-las como filhas postiças. Há sempre a expectativa de quem será aquela a qual o filho escolherá. Será uma mulher doce, prendada, talentosa, digna? Essas "sogras" acabam por amar quem seus filhos escolhem amar. Ou pelo menos, àquela a qual dizem amar. Essa segunda mãe tem um olhar protetor e como se já soubesse de tudo, admira de longe e torce para que seu filho seja feliz. Não consegue pensar só em si mesma. Ela quer acompanhar de perto as escolhas e as conquistas.
Acabamos por amá-la mais ainda. Parece que temos orgulho por quem ela é e nos sentimos honradas por estarmos amando o filho dela. Aliás, quem é a responsável pela educação desse rapaz que lhe encantou? Não será ELA, a mulher que passamos a admirar? Pode parecer estranho, mas por mais que a paixão acabe entre você e o filho dela, essa mulher sempre lhe será querida. Você vai olhá-la com o maior brilho nos olhos e sentir mais saudade ainda da presença dela no seu antigo relacionamento do que do "dito cujo"..
Contradizendo todos os estereótipos, mostrando uma realidade diferente, apresentando o quanto elas podem marcar e passar o recado de que ter alguém para chamar de "sogrinha" de coração, é uma sensação incrível de ser experimentada. Sorte a sua se a tem.

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